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ELC 2017: Anja Nissen confirmada

por julho 24, 2017

Anja Nissen, representante da Dinamarca no Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2017, é a mais recente confirmação no Eurovision Live Concert.

Foi revelado esta manhã que Anja Nissen, representante da Dinamarca no Festival Eurovisão da Canção (ESC), irá atuar no Eurovision Live Concert deste ano, que decorrerá a 9 de setembro no Auditório José Afonso, em Setúbal. A cantora junta-se, assim, a mais oito artistas.

Veja a lista de todos os convidados para o ELC: 

Nathan Trent (Áustria 2017)
Ilinca & Alex Florea (Roménia 2017)
Sanja Vučič (Sérvia 2016)
Timebelle (Suíça 2017)
Sasha Son (Lituânia 2009)
Anabela (Portugal 1993)
Célia Lawson (Portugal 1997)
Mirela (cantora espanhola)

Anja Nissen representou a Dinamarca com a canção "Where I Am". A cantora conseguiu alcançar a final, acabando no 20º lugar, com 77 pontos.

Reveja "Where I Am":



Fonte/Imagem: ESCPortugal; Vídeo: Eurovision.tv



ESC Hit List 2: os 5 melhores e piores revamps eurovisivos

por julho 24, 2017


Todos os anos temos aquelas músicas que não são tão bem recebidas pelos fãs e alguém decide que é melhor fazer-lhe alterações. Algumas dessas alterações são realmente para melhor, mas há aquelas que assassinam totalmente uma música que até poderia ter potencial.

PIORES REVAMPS

Nessun Grado di Separazione - Francesca Michielin (Itália 2016)



Todos nós sabemos que os italianos não querem saber da Eurovisão. Fazem um grande festival (grande a nível de qualidade e de tempo) de música e no fim alguém há-de representá-los na Eurovisão, seja esse o vencedor ou não. Desde que o método foi instaurado nenhuma música se manteve na versão original. "Grande Amore" sofreu ligeiros cortes, "Occidentali's Karma" foi praticamente assassinada mas a pior alteração de todas foi a do ano passado. "Nessun Grado di Separazione" funciona bem até que vem um refrão num inglês muito manhoso e que não faz qualquer tipo de sentido. Por algum motivo a Itália acabou num lugar tão mau.

Fairytale - Eneda Tarifa (Albânia 2016)



Continuemos com a rainha dos revamps. Ver o FiK é inútil na medida em que a música que vai representar a Albânia nunca está entre as concorrentes. Sim, porque os albaneses fazem revamps à séria e mudam a música inteira. Às vezes corre bem, mas em 2016 correu extremamente mal. "Perralle" era uma música cheia de força e "Fairytale" era... bem, todos nós ouvimos.

Never Give Up On You - Lucie Jones (Reino Unido 2017)



Por uma vez na vida a BBC decidiu esforçar-se e levar para o palco eurovisivo a melhor atuação do ano. Foi uma pena que não se tivessem esforçado também na música. "Never Give Up On You" é uma música pobre e sem originalidade nenhuma, mas com um arranjo que não envolvesse computorizar tudo, talvez tivesse conseguido um lugar melhor.

Há Um Mar Que Nos Separa - Leonor Andrade (Portugal 2015)



Se há uma lista de "piores", Portugal tem de estar presente (sim, porque uma vitória não apaga toda a miséria que já levámos ao ESC). A nossa música de 2015 tinha tudo para passar despercebida e, como tal, alguém (que todos nós sabemos quem é) decidiu dar-lhe uns toques mais modernos e acrescentar-lhe uns fantásticos coros. Conclusão: passou despercebida na mesma mas aqueles "eh ah oh" ainda hoje nos assombram.

Hear Them Calling - Greta Salóme (Islândia 2016)



Há momentos em que apostar no inglês é a pior decisão que um cantor pode tomar. "Hear Them Calling" é uma música relativamente interessante e Greta Salóme tem uma voz sem falhas. O problema é que a música pede força e a voz da cantora não tem essa força nem a letra em inglês (que é repetitiva e chata até mais não). A letra islandesa dava essa força extra à canção que provavelmente continuaria a não se qualificar.






MELHORES REVAMPS

I Didn't Know - Serhat (São Marino 2016)



Não, não estamos a brincar. "I Didn't Know" é capaz de ser das piores músicas eurovisivas de sempre mas o que é certo é que o Serhat ganhou o carinho dos fãs todos. A primeira versão desta música é tão boa que já nem está no youtube e a verdade é que a versão disco nos faz dançar e cantar como se não houvesse amanhã. 

Warrior - Amber (Malta 2015)



Malta não costuma distinguir-se nem pela positiva nem pela negativa, está ali no meio sem ninguém querer saber das suas escolhas. "Warrior" estava longe de ser uma das favoritas dos eurofãs até que a versão final foi revelada e todos (vá, quase todos) se renderam ao poder do novo instrumental.

Made Of Stars - Hovi Star (Israel 2016)



Ainda se lembram do desastre que era a primeira versão desta música? Ninguém esperava que daí saísse uma balada com uma interpretação absolutamente exímia. Este foi provavelmente o melhor revamp eurovisivo de sempre e também e menos espectável.

Midnight Gold - Nika Kocharov & Young Georgian Lolitaz (Geórgia 2016)



A generalidade dos eurofãs odiaram esta música nas primeiras audições. O revamp tornou-a mais eletrónica mas ainda assim ninguém apostava numa passagem à final. Pois bem, parece que as alterações deram resultado e a Geórgia acabou por conquistar um (merecido) lugar na final no ano passado.

Tick Tock - Mariya Yaremchuk (Ucrânia 2014)



Atrevemo-nos a dizer que ninguém gostou desta música quando foi selecionada para representar a Ucrânia. E estávamos no nosso direito porque "Tick Tock" era realmente pavorosa. Felizmente os ucranianos perceberam isso mesmo e fizeram as alterações necessárias à música e nem o homem-rato nos fez confusão.


Menção honrosa: This Is Love - Demy (Grécia 2017)



Pode haver quem não se lembre, mas a letra de "This Is Love" não é igual àquela que nos foi apresentada na final nacional grega (e que infelizmente foi apagada do youtube). "This is love, rain falls from above" tinha tudo para ser o melhor verso alguma vez escrito na história da Eurovisão (se não contarmos com finais nacionais porque nesse caso "tens garras de metal que é fundamental p'ra chegar ao sol" vencia) e os gregos decidiram mudá-lo. 

Vídeos: FrancescaMVEVO, Radio Televizioni Shqiptar, BBC, TVESCFAN, Eurovision Song Contest, Eurovision 2016 Israel, eurovisionfest, ESCKAZ.com, PanikRecordsTube 



ECY 2017: O que aconteceria se a Eurovisão não tentasse agradar ao público geral?

por julho 23, 2017

O que é a Eurovisão quando despimos todos os adjetivos proeminentes da Eurovisão que conhecemos? O que é a Eurovisão quando não existe pressão para agradar ao público geral? Tivemos um sabor de resposta durante o Eurovision Choir Of The Year 2017.

Ninguém sabia o que realmente seria o Coro do Ano da Eurovisão, dado que o certame teve a sua estreia este ano, mas poucos mostraram interesse em descobrir.  Alguns fãs de Pitch Perfect terão saído desiludidos e todos os que esperavam ouvir “You Raised Me Up” cantado por trinta criancinhas adorável saíram, com toda a certeza, desiludidos. 



O programa começa e o shot inicial é uma visão aérea da arena. Vê-se uma arena parcialmente vazia (ou parcialmente cheia, depende como olham para ao copo) e um palco surpreendentemente não simplístico. Nos primeiros dois minutos conseguimos perceber que não vamos ouvir “Oh Happy Day” e bater palmas entusiasmadíssimos. Não deixa de ser uma canção de abertura imaculada.


Entram as senhoras da Estónia e é-nos apresentada música litúrgica com indumentária tradicional estoniana e uma mistura de exorcismo e alucinogénios. Deixem que vos diga… foi algo de especial. De repente percebi o que estava a ver: a apreciação de um nicho que é do mais talentoso e disciplinado que existe. 


Percam sete minutos a entranhar a atuação do coro dinamarquês. Já ouviram algo com que possam fazer comparações? A resposta é, provavelmente, não. Um brilhantismo teatral que foi, para muitos, a surpresa do formato.



Depois da atuação dos prepubescentes belgas, entram os alemães. Vê-se um beatboxer e o som deste coro é mais fácil de perceber para os meros mortais como eu. Pondo de parte o meu desconforto de ver um coro alemão a apropriar-se da cultura africana, tenho de dizer que nem o elenco do Lion King na Broadway consegue criar uma imersão tão fenomenal! Fui transportada para a selva!


A Eslovénia, que seria a futura vencedora da primeira edição do Eurovision Choir Of The Year 2017, destaca-se por ser um aparente musical criado por alunos que acabaram de tirar um curso todo alternativo sobre música contemporânea como ferramenta de narrativas. A rapariga favorita do maestro, escolhida para solista, é fenomenal!  
Os húngaros vêm de avental e a sua atuação demora dois anos e meio. 


Quero salientar que até este ponto no programa ainda não vimos um único grupo vestido com algo que não nos deixe confusos e não vão acreditar… ainda não ouvimos inglês! Eu sei… que tipo de Eurovisão é esta? 




A minha atuação favorita foi, de longe, a do País de Gales. Se vos perguntarem qual é a música de elevador que se ouve quando formos subir para o céu divinal (porque é para lá que vamos, certo?) digam que é algo deste género. Outra solista fenomenal! E os meus olhos ficaram por lubrificar durante 8 minutos! Apenas podemos sonhar ter tido tal dimensão de talento quando tínhamos aquela idade.



A atuação da Áustria é a prova mais transparente do valor que esta competição tem. Seria fácil pensar que a música tradicional da Áustria é somente a música clássica de que são conhecidos, mas o coro austríaco lembra-nos, com a indumentária e com o acordeão, do folk barroco que inspirou tantos aspetos de The Sound of Music. Quem me dera cantar com tanto entusiamo sobre nabo! R.U.T.A.B.A.G.A!



Mais uma vez vemos a escolha de indumentária tradicional por parte da Letónia. Se acharam estranho as letãs começarem a copiar o jogo de copos do Pitch Perfect, deixem-me que vos introduza a esta nova perspetiva: o jogo de copos do Pitch Perfect teve origem num jogo tradicional letão! Nível de cultura ascendido! 




Com todo o louvor que derramei para estas atuações, será que acho que foi um sucesso? Bem, depende do que realmente era o objetivo deste programa caloiro. 
Se a intenção era criar uma nova superpotência de audiência e de interação internacional, então o falhanço foi abismal. O mundo dos coros não é e nunca será para o cidadão comum. 
Se a intenção era satisfazer todos os indivíduos que se queixam que a Eurovisão já não se fundamenta na expressão cultural e que o que interessa aos grandes nomes, responsáveis pela organização do programa, é unicamente os milhões que lhes entram para o bolso ao explorar o mercado mainstream... então o Eurovision Choir Of The Year não poderia ter sido mais brilhante!


A magia da Eurovisão está na essência que agrada a um grupo maioritário de pessoas, daí o pop e o inglês serem proeminentes. Qualquer pessoa consegue apreciar e perceber um Sergey Lazarev a cantar uma canção pop comercial de frases vagas, em inglês, enquanto sobe uma parede por nenhuma razão lógica. É fácil, é pouco e nem precisamos dos 10% do cérebro que temos à disposição para admirar o trabalho. Na situação oposta encontra-se, por exemplo, a atuação do coro dinamarquês: é necessária toda a energia que se tem no corpo, uns bons headphones e, provavelmente, ajudará conhecer todos os meses de trabalho que são postos na coordenação de trinta vozes diferentes. 

Vou assumir que nenhum de nós consegue realmente dar o valor merecido a este ofício, como nenhum de nós conseguiria distinguir o melhor vinho branco do mundo do vinho Casal Garcia, e é por esta razão que não prevejo um futuro sorridente para este ramo da Eurovisão, mas aplaudo este investimento, que não foi, de maneira nenhuma, incentivado pelos números. 



ECY 2017: Eslovénia vence o Eurovision Choir Of The Year 2017

por julho 22, 2017


A Eslovénia é a primeira grande vencedor da primeira edição do Eurovision Choir Of The Year (ECY). 

O coro Carmen Manet, com os temas Ta na Solbici/Adrca, proveniente da Eslovénia, venceu a primeira edição do ECY. Foram nove os coros de diferentes países que lutaram pela primeiro lugar, incluindo o País de Gales, que se estreia nas lides eurovisivas pela primeira vez de modo independente. 

Veja ou reveja o coro vencedor:



Vídeo: Eurovision Choir Of The Year/ Imagem: Eurovoix






ECY 2017: saiba como acompanhar o Eurovision Choir Of The Year 2017

por julho 22, 2017

Acontece hoje, na Letónia, em Riga, a primeira edição do Eurovision Choir Of The Year (ECY), estando nove países em concurso.

Os coros amadores a concurso são provenientes dos seguintes países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia e País de Gales. A ordem de atuação será a seguinte:

1. Estónia - Estonian TV Girl's Choir - Absolute Tormis
2. Dinamarca - Academic Choir of Aarhus - I Seraillets Have/Wiigen-Lied
3. Bélgica - Les Pastoureaux - Dans la troupe/Ensemble
4. Alemanha - Jazzhor Freiburg - African Call/Palettes
5. Eslovénia - Carmen Manet - Ta na Solbici/Adrca/Aj, zelena je vsa gora
6. Hungria - Bela Bartok Male Choir - Karádi nóták
7. País de Gales - Côr Merched Sir Gâr - O, Mountain, O/Traditional Welsh Lullaby /Wade in the Water
8. Áustria - Hardchor Linz - Ave Maria/I tua wos i wü/Rah
9. Letónia - Spigo - Grezna saule debesis/Es cigana meita biju

No stream abaixo, pode acompanhar o evento, a partir das 19:00 (hora de Lisboa):



Fonte e Imagem: ESCPORTUGAL/Vídeo: Eurovision Choir Of The Year




ESC Hit List 2: 10 canções que nos fazem querer namorar

por julho 21, 2017

Há canções que passam pelo palco do ESC que despertam o nosso lado mais sentimental, adormecido, muitas vezes, pela agitação do quotidiano. Quem não gosta de receber o afeto de outra pessoa, sentir-se amado e ver aquele brilho no olhar de quem se ama? Há canções que nos fazem querer namorar e muitas delas passam pela Eurovisão. Fiquem com as 10 canções eurovisivas mais românticas da história do certame.

1. Amir - J'ai Cherché (França 2016)



Há toda uma aura apaixonante em torno deste tema amoroso e descaradamente viciante. Da letra desta canção retiram-se umas boas frases para escrever uma carta de amor! Tirem apontamentos e apreciem o romantismo da língua francesa.  

2. Sandra Kim - J'aime La Vie (Bélgica 1986)



A canção vencedora da edição de 1986 é, no mínimo, encantadora. Delicada, doce e carinhosa são os melhores adjetivos para descrever Sandra Kim, no referido ano, a interpretar este tema. Só um coração de pedra não sente vontade de cantar a canção pelas ruas e espalhar amor pelo mundo. 

3. Anna Rossinelli - In Love For A While (Suíça 2011)


Uma canção simples, para amantes descomplicados. Nada de muita agitação! Apenas uma bonita paisagem, um pôr-do-sol e o amor da nossa vida ao lado, com a cabeça pousada no nosso ombro. Ame, simplesmente!

4. Celine Dion - Ne Partez Pas Sans Moi (Suíça 1988)



Mais uma cantada em francês nesta lista de canções de amor. Celine Dion, uma das artistas internacionais de maior sucesso de todos os tempos,  conquistou o mundo com canções de amor. O tema com o qual venceu a Eurovisão não poderia ser exceção e é das canções que melhor representa a força deste sentimento. 





5. Marco Mengoni - L'Essenziale (Itália 2013)



Um dos temas mais românticos a pisar o palco do ESC nos últimos anos. Viver com o essencial, diz Marco Mengoni. Viver com quem gostamos e construir novos espaços se os antigos se estiverem a partir em pedaços. Relembra que nem tudo numa relação é fácil, mas é ultrapassável. 

6. Madalena Iglésias - Ele e Ela (Portugal 1966)



E o que acontece se encontrarmos a nossa cara metade? "Só fala nela a cada momento, vive com ela no pensamento, ele sem ela não é ninguém." Um clássico tema romântico e em português! Somos um país de grandes amores!

7. Ruth Lorenzo - Dancing In The Rain (Espanha 2014)



Uma balada muito bonita que Espanha levou à Eurovisão em 2014. Ruth Lorenzo tem um vozeirão, cheio de sentimento e força. Digam lá se há algo mais romântico do que dançar à chuva com aquela pessoa! O contraste da felicidade de duas pessoas com um dia triste é das imagens mais românticas que possamos imaginar. 

8. Kristian Kostov - Beautiful Mess (Bulgária 2017)



Um tema recente, cantado por um jovem, mas com um carisma superior à sua idade. A canção fala de aceitarmos a pessoa em quem depositamos o nosso sentimento, tanto as qualidades como os defeitos, as alegrias e as tristezas, a luz e a escuridão. 

9. Pastora Soler - Quédate Conmigo (Espanha 2012)



Um dos temas mais bonitos que passou pelo concurso e com uma classificação muito abaixo do merecido. Pastora Soler quase que canta diretamente para a nossa alma e arrepia qualquer coração de pedra. Fala de arrependimento e de querer voltar a amar, corrigindo os erros do passado. 

10. Salvador Sobral - Amar Pelos Dois (Portugal 2017)


E a melhor canção de amor que já passou pela Eurovisão não poderia ser outra. "Amar Pelos Dois" é a definição de amor. Um amor tão grande capaz de amar por dois. Em maio amou por 11 milhões, ou melhor, amou pela Europa inteira. Um tema tão simples e tão poderoso ao mesmo tempo, capaz de deixar qualquer um com uma lágrima no canto do olho.








Vídeos: Eurovision Song Contest, juan8969, Lu Bernardes, Jotaggix 



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