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[ESPECIAL] 1070 palavras que explicam porque é que vale a pena ir ver o Salvador Sobral ao vivo

por abril 26, 2017

Isto não é uma notícia. Não há fotos, vídeos nem sequer vos posso dizer ao certo o nome de todas as músicas que o Salvador cantou neste concerto. A razão é simples: havia demasiada música para que se pudesse pensar noutra coisa (a falta de qualidade da câmara do meu telemóvel e a minha falta de capacidade de decorar nomes de músicas nada têm a ver com isto).

Não tinha planeado escrever este texto da mesma forma que não tinha planeado gostar tanto do concerto desta segunda-feira. Antes de começar há duas coisas que devem saber sobre mim: não sou apaixonada por "Amar pelos dois". Sim, eu sei que faço parte de uma pequena parte dos eurofãs portugueses que não amam a música, mas a verdade é que nunca aconteceu. Desde que anunciaram os nomes dos intérpretes, o Salvador não me chamou a atenção já que só o conhecia por ser irmão da Luísa. Só no sábado antes da semifinal, quando ouvi dizer que a música era muito boa, é que comecei a criar expetativas. Entre tantas baladas não consegui ver a magia que me tinha sido prometida. Durante a semana dei-lhe uma nova oportunidade por causa de todo o alarido criado à sua volta. Nada. Reconheço-lhe a qualidade, a justiça da vitória e gosto da música, mas é isso. O que sempre me chamou a atenção foi a interpretação do Salvador, mas a única razão pela qual fui a este concerto foram as outras músicas dele que ouvi depois de ver uma entrevista dele (obrigada Rita) em que percebi que tínhamos uma referência musical em comum: o Jamie Cullum. A segunda coisa que me parece relevante para este texto é o facto de eu ser incapaz de dizer bem do trabalho de alguém se não o achar realmente bom. Já conheci várias pessoas ligadas ao Festival e tentei sempre tratá-las da mesma forma, mas de vez em quando há uma pessoa realmente talentosa que tem de ouvir o meu elogio (não que sirva de muito).

Eu gosto muito de música. Até aqui nada de novo porque toda a gente gosta de música. O meu problema enquanto eurofã é gostar muito mais de música do que do espetáculo e a Eurovisão é, essencialmente, um espetáculo televisivo. Talvez por isto os meus preferidos terem geralmente apresentações bastante simples e nunca ganharem. O Salvador é música. Não é o melhor cantor do mundo nem nos impressiona com os seus agudos fenomenais, mas respira música. Um concerto do Salvador é uma lufada de ar fresco numa indústria repleta de acessórios.

Piano, contrabaixo, bateria e voz chegaram para fazer com que a sala esgotada se rendesse ao talento do nosso representante em Kiev (à exceção do senhor que estava ao meu lado que abriu a boca mais vezes naquela hora e meia do que eu num dia inteiro em que me levanto às 7 da manhã). Escusado será dizer que eu levava as música ensaiadas e assim que começou "Excuse Me" (a minha preferida) eu comecei a cantar e o senhor ao meu lado olhou para mim como que a pensar "então mas há pessoas que conhecem músicas dele sem ser a do Festival?". Há. E a primeira frase dessa música ("excuse me if I bore you when I talk about the things I like to do) reflete bem a forma como eu vejo o género musical do Salvador. Ser artista pop ou rock é fácil porque o público para esses géneros é bastante abrangente. O jazz é um mundo à parte e é difícil gostar do estilo. Eu própria não gostava até há dois anos e quem me fez passar a gostar foi, adivinhem lá, o Jamie Cullum.

"So after the journey to find my own voice, I learned that the secret is just to enjoy" é um verso de "Something Real" e que eu não estou aqui a citar à toa. Já disse que o Salvador não é o melhor cantor do mundo mas tem uma coisa mais rara que a voz: a interpretação. Cantar todos cantamos, o que distingue um artista de um cantor é a forma como ele nos passa a mensagem. Não preciso de dizer mais nada, pois não?

Entre músicas do álbum e novas músicas em português, lá chegou a desejada "Amar pelos dois" cantada por todos os que estavam na sala (menos pelo senhor que estava ao meu lado). Quando é que foi a última vez que uma música representante do nosso país na Eurovisão foi cantada numa qualquer sala deste país por todos quantos estavam no público? Não sei porque certamente não era nascida na altura. Enquanto eurofã é uma sensação incrível. Sentir que não enviamos uma música feita às três pancadas só para se enquadrar naquilo que é espectável. Sentir que enviamos um Artista com A grande.

Entre as muitas piadas já caraterísticas, houve também tempo para o Salvador nos pedir que esquecêssemos o telemóvel, parássemos com os flashes e apreciássemos a música. No final tivemos direito um cover de "High and Dry" dos Radiohead com o Salvador ao piano, mas numa versão aproximada daquela que foi feita pelo Jamie Cullum (já vos convenci a irem ouvi-lo?) e para "After you've gone" que ainda me está na cabeça. 

Durante o concerto o nosso representante disse estar rico com isto da Eurovisão e que no final ia distribuir dinheiro por todos nós (já há uma "notícia" sobre isso porque, ao que parece, uma piada hoje em dia dá para fazer notícia). Se calhar é por ter ficado no último lugar da fila, mas já não havia dinheiro para mim (o que prova que, infelizmente, ninguém me pagou para escrever isto). E a fila era longa. Dezenas de pessoas que quiseram um autógrafo e uma foto com o Salvador. No final lá fui eu, sem cd nem tão pouco um papel que ele pudesse assinar, mas com o telemóvel pronto para captar o momento em que conheci aquele que espero vir a tornar-se o dono da nossa melhor classificação de sempre. Era perto de meia-noite e meia e ele já tinha falado com dezenas de pessoas mas ainda assim, ouviu um conselho meu (que não me foi pedido), disse-me que eu tinha razão e riu-se quando lhe disse que também só gostava da Itália. Desejei-lhe boa sorte para Kiev e saí de lá com a certeza de que voltava a pagar o bilhete para o ir ver. 

Imagem: Facebook Salvador Sobral

OGAE: mais 3 pontos para Portugal da Sérvia

por abril 26, 2017

A OGAE Sérvia também já votou e deu três pontos à canção de Salvador Sobral e os 12 à Itália.

Sem surpresas a Itália recebe mais 12 pontos e já conta com 383 pontos. Suécia e França completam o top 3 da OGAE Sérvia enquanto Portugal se mantém no 7.º lugar da votação com mais 3 pontos. Veja a votação completa aqui.


Confira a votação da OGAE Sérvia:

Itália – 12 pontos
Suécia – 10 pontos
França – 8 pontos
Bélgica – 7 pontos
Macedónia – 6 pontos
Hungria – 5 pontos
Israel – 4 pontos
Portugal – 3 pontos
Dinamarca – 2 pontos
Azerbaijão – 1 ponto

Fonte: esc plus

Apreciações Musicais - ESC 2017: Itália

por abril 26, 2017


FRANCESCO GABBANI - "OCCIDENTALI'S KARMA"



André Sousa: Adoro que a Itália traga sempre músicas diferentes e com algum propósito para a Eurovisão. Ganha imenso pela diferença! 

Andreia Valente: Percebe-se o porquê de “Occidentali's Karma” ter ganho em Sanremo. É uma canção que cativa todas as faixas etárias por razões diferentes, apela à dança, fica na cabeça e tem um humor muito claro. O instrumental é uma mistura perfeita entre o pop do século XX e o pop pós-modernista. 

Catarina Gouveia: Desde o marcante regresso da Itália que se nota uma óbvia vontade de vencer, algo que sempre quisemos ver no nosso Portugal. Mesmo que esta canção esteja longe de ser uma das minhas favoritas, apoio-a maioritariamente por querer ver vingado o roubo de 2015. De resto, é uma canção fresca, divertidíssima e muito bem pensada – quero acreditar que aquele corte da nova versão foi feito por uma criança que entrou no estúdio por acidente e começou a carregar em teclas à toa. 

Daniel Fidalgo: Ora aí está! Um instrumental atual sem imitar nenhum hit pop norte americano! Cheio de qualidade, muito divertido, dinâmico…

Diogo Canudo: Finalmente uma canção diferente, original, não é cópia de ninguém, sofisticada, com um instrumental orelhudo e ousado. No entanto, “Occidentali's Karma” não é uma música fácil de digerir. É preciso para se gostar dela e viciar por completo. Neste momento… estou completamente viciado, admito. 

Elizabete Cruz: Tudo nesta proposta é para mim é amor. O instrumental é o mais cativante e o mais animado deste ano e é sempre um prazer ficar a dançar isto feita idiota.

Jessica Mendes: Não é nenhuma obra de arte mas é super catchy e nada daquilo que esperamos da Itália. O corte da música é péssimo. Optaram por tirar o segundo verso e repetir um refrão a seguir ao outro. Havia mais por onde cortar.

Joana Raimundo: Do mais catchy que há este ano na Eurovisão, 

Neuza Ferreira: Bastante diferente dos outros. Simples, mas cativante! Transmite toda a animação que o certame deve de ter. 


André Sousa: Concordo com muitas pessoas quando dizem que Francesco não tem a melhor voz do mundo. De facto, não tem. No entanto, é suficientemente capaz para interpretar a sua canção eurovisiva sem problemas.

Andreia Valente: Francesco não tem uma voz genial, mas isso interessa pouco, neste caso. 

Catarina Gouveia: Quem é que não gosta de uma boa voz rouca, para além de estar a cantar numa das línguas mais bonitas do mundo?

Daniel Fidalgo: Típica voz masculina italiana. Portanto, excelente. Uma voz rouca, cheia de personalidade. 

Diogo Canudo: Não é uma voz fantástica, tem imensas limitações. No entanto, para a música que está a apresentar, não falha, não desafina. Completamente adequada.

Elizabete Cruz: A música não pede um grande instrumento vocal, mas Francesco Gabbani faz tudo o que é preciso.

Jessica Mendes: Ele não é um cantor fenomenal, mas tem ali qualquer coisa na voz que me agrada muito sobretudo para uma música divertida como esta.

Joana Raimundo: Não é o melhor que já se ouviu, mas tem um je ne sais quois que encaixa perfeitamente com toda a atuação. 

Neuza Ferreira: Voz de Senhor! É uma voz diferente das outras, que se destaca devido ao sotaque maravilhoso que os italianos têm.


André Sousa: É o melhor desta proposta. E, parecendo à primeira vista que é um pouco mau trazer um macaco para palco, depois acaba por fazer todo o sentido. Francesco também é bastante carismático para as câmaras. Parece que esta música foi mesmo feita para ele.

Andreia Valente: A presença de palco é o que coloca a Itália no topo dos favoritos à vitória. Francesco é muito carismático, tem um bigode muito curioso e dança com um gorila. Aconteça o que acontecer, “Occidentali's Karma” será sempre “aquela canção com o macaco”.

Catarina Gouveia: O macaco será, sem sombra de dúvida, a personagem do ano. A personagem secundária, o próprio intérprete, claro está, tem um carisma fantástico e uma presença incrível.

Daniel Fidalgo: Aquele macaco ao lado do Francesco é tudo o que eu preciso de ver na Eurovisão.

Diogo Canudo: Francesco Gabbani, com ou sem macaco, é um monstro de palco. Peço a todos que vejam a atuação no Sanremo de novo e tentem não ligar ao macaco (eu sei que é difícil). Francesco é super cativante, sabe como dar energia à canção que apresenta, não tem medo de fazer figuras tristes em frente às camaras e ainda mostra os seus dotes para bailarino. Para quê coros, bailarinos e adereços? O Francesco é só um e faz isso tudo!

Elizabete Cruz: Vamos lá ver... há um macaco a dançar. Um macaco! Posso ainda falar das skills de dançarino do Gabbani porque oh, outra maravilha. É só lindo, mesmo!

Jessica Mendes: ÉPICO! Levar um macaco para fazer aquela coreografia torna isto tão ridículo que acaba por ser bom! E, claro, o Francesco é capaz de pôr um sorriso na cara da pessoa mais mal disposta do mundo.

Joana Raimundo: Perfeita. Francesco não deixa nada a desejar, é carismático, dinâmico e divertido, no palco da Eurovisão, será dos melhores. 

Neuza Ferreira: Completamente perfeita. O Francesco por si só já cativa bastante o publico, mas com a entrada do macaco tudo fica ainda mais cativante. É impossível ficar indiferente a esta atuação.


André Sousa: “Occidentali’s Karma” é uma crítica aos comportamentos ocidentais. Uma letra bem pensada e cuidada, talvez a mais inteligente do ano. Mais uma vez, ganha pela originalidade e pela irreverência.

Andreia Valente: A letra de “Occidentali's Karma” é, de longe, a melhor letra do ano. Não há sequer competição neste aspeto. Uma crítica à forma como o ser humano está a evoluir na era da tecnologia e a forma como a sociedade do oeste transformou o refúgio das culturas orientais em atração turística. Referências a Shakespear, Heráclito e Karl Marx são notórias. E demos graças ao Senhor que Francesco quis manter a canção em italiano!

Catarina Gouveia: Ainda que não seja uma das minhas músicas favoritas, esta letra é, sem qualquer dúvida, a melhor do ano. Cada verso é pensado ao pormenor, fazendo com que pensemos em toda a nossa existência enquanto seres humanos. Absolutamente brilhante!

Daniel Fidalgo: Uma crítica ao modo de vida ocidental. Ainda por cima em italiano. Não sei falar o idioma, mas sem esta letra de cor. 

Diogo Canudo: “Occidentali’s Karma” apresenta das melhores letras deste ano. Completamente diferente e inesperada, mas ao mesmo tempo tão inteligente na crítica que passa aos hábitos culturais dos Europeus. Nunca vi uma letra tão original na Eurovisão como esta, até estou parvo. Isto é pura arte! Parabéns!

Elizabete Cruz: Quando tudo parece uma grande piada, vamos ver a letra desta música e percebemos como ela é inteligente. Finalmente algo original que foge e clichés chatos. E o melhor de tudo, em italiano!

Jessica Mendes: É a minha parte preferida da música e o perfeito exemplo de que a brincar se dizem coisas muito sérias. Uma abordagem aos hábitos modernos do homem com muito humor! Uma vénia!

Joana Raimundo: Querem mais algo genial do que a letra de Itália? Impossível. Tem tantas referências filosóficas que se encaixam perfeitamente no que é a sociedade de hoje em dia, sendo mais do que atual, infelizmente, muitas deles foram tiradas para a versão final.

Neuza Ferreira: É uma letra que se destaca de todas as outras, uma vez que não fala nem de amor, nem de dor, nem de sofrimento, nem de nada do que há em cada canto do certame este ano.


André Sousa:  Duvido que ganhe. Mas top 5 vai ser de certeza!

Andreia Valente: Não é das minhas favoritas e acredito que seja possível não ganhar, mas ficar fora do Top 3 era um escândalo. 

Catarina Gouveia: Um claro candidato à vitória, caso o hype se mantenha.

Daniel Fidalgo: Ficar fora do top 1 é uma atrocidade! Vai ganhar… se a RAI não meter o dedo…  

Diogo Canudo: O macaco vai cativar imensos públicos-alvo. Para mim é um óbvio top 5. 

Elizabete Cruz: Num ano que se está a revelar uma nódoa, não me admirava que o macaco levasse o troféu.

Jessica Mendes: Se a RAI quiser, ganha isto sem qualquer oposição.

Joana Raimundo: Sem dúvida um potencial vencedor. The naked dancing monkey for the win! 

Neuza Ferreira: Top 5.


André Sousa: 12 pontos.

Andreia Valente: 10 pontos.

Catarina Gouveia: 7 pontos.

Daniel Fidalgo: 12 pontos.

Diogo Canudo: 8 pontos.

Elizabete Cruz: 10 pontos.

Jessica Mendes: 10 pontos.

Joana Raimundo: 10 pontos.

Neuza Ferreira: 12 pontos.

Total: 91 pontos.


André Sousa: Pensei que já tinha visto de tudo na Eurovisão… mas, agora a sério, um macaco?

Andreia Valente: Se a Itália ganhar queremos uma atuação com 1000 macacos na abertura da Eurovisão 2018.

Catarina Gouveia: Eurovisão, vem lá para um país aqui pertinho de nós para organizarmos uma excursão!

Daniel Fidalgo: Macaco à vitória! Namaste! #JusticeforIlVolo

Diogo Canudo: A sério que é preciso o Francesco levar um macaco para salvar a Eurovisão este ano?

Elizabete Cruz: E para os haters: “NAMASTE, ALLEZ!”.

Jessica Mendes: Vou mudar-me para Itália e a minha profissão vai ser “cortadora de músicas do ESC”.

Joana Raimundo: O Francesco irá meter toda a Europa a fazer a dança do macaco!

Neuza Ferreira: Macacada atrás da macaca, o Francesco vai conquistanto a Europa.


1.º Itália - 91 pontos; 2.º Azerbaijão - 77 pontos; 3.º Portugal - 77 pontos; 4.º Bulgária - 75 pontos; 5.º Sérvia - 71 pontos; 6.º Dinamarca - 70 pontos; 7.º Finlândia - 68 pontos; 8.º Israel - 66 pontos; 9.º Polónia - 65 pontos; 10.º Suécia - 65 pontos; 11.º Hungria - 64 pontos; 12.º Bélgica - 63 pontos; 13.º Arménia - 60 pontos; 14.º Austrália - 60 pontos; 15.º Islândia - 59 pontos; 16.º Holanda - 58 pontos; 17.º Suíça - 57 pontos; 18.º Albânia - 56 pontos; 19.º Macedónia - 56 pontos; 20.º Estónia - 55 pontos; 21.º Bielorrússia - 54 pontos; 22.º França - 53 pontos; 23.º Áustria - 49 pontos; 24 Geórgia - 46 pontos; 25 Moldávia - 45 pontos; 26.º Montenegro - 41 pontos; 27.º Noruega - 38 pontos; 28.º Rússia - 37 pontos; 29.º Grécia - 37 pontos; 30.º Irlanda - 33 pontos; 31.º Chipre - 32 pontos; 32.º República Checa - 30 pontos; 33.º Letónia - 29 pontos;  34.º Roménia - 27 pontos; 35.º Alemanha - 27 pontos; 36.º Malta - 23 pontos; 37.º Croácia - 22 pontos; 38.º São Marino - 18 pontos; 39.º Espanha - 17 pontos; 40.º Eslovénia - 14 pontos; 41.º Lituânia - 14 pontos.

Vídeo: Eurovision Song Contest

OGAE: Andorra atribui 12 pontos à Itália e 6 a Portugal

por abril 25, 2017

A OGAE Andorra já revelou a sua votação e a Itália assegura a sua posição como favorito.

A OGAE Andorra, à semelhança de muitas anteriores, atribuiu os seus 12 pontos a "Occidentali's Karma" de Francesco Gabbani, representante italiano no Festival Eurovisão da Canção 2017. Portugal recebeu, desta vez, 6 pontos. Pode ver a votação geral [AQUI].

Confira a votação da OGAE Andorra:

Itália – 12 pontos
Bélgica – 10 pontos
Suécia – 8 pontos
França – 7 pontos
Portugal – 6 pontos
Bulgária – 5 pontos
Macedónia – 4 pontos
Estónia – 3 pontos
Azerbaijão – 2 pontos
Israel – 1 ponto

Fonte: esctoday.com/Imagem: eurovoix.com

OGAE: Grécia atribui 12 pontos à Itália e 7 a Portugal

por abril 25, 2017

A OGAE Grécia já revelou a sua votação e a Itália assegura a sua posição como favorito.

A OGAE Grécia, à semelhança de muitas anteriores, atribuiu os seus 12 pontos a "Occidentali's Karma" de Francesco Gabbani, representante italiano no Festival Eurovisão da Canção 2017. Portugal recebeu, desta vez, 7 pontos. Pode ver a votação geral [AQUI].

Confira a votação da OGAE Grécia:

Itália – 12 pontos
França – 10 pontos
Estónia – 8 pontos
Portugal – 7 pontos
Bélgica – 6 pontos
Suécia – 5 pontos
Bulgária – 4 pontos
Israel – 3 pontos
Chipre – 2 pontos
Azerbaijão – 1 ponto

Fonte: esctoday.com

OGAE: Albânia atribui 12 pontos à Itália

por abril 25, 2017

A votação da OGAE Albânia já foi revelada e a os seus 12 pontos reforçam a liderança de Francesco Gabbani e "Occidentali's Karma".

A delegação italiana soma mais 12 pontos e lidera a votação geral com mais de 100 pontos de distância ao segundo lugar, a Suécia. Portugal não foi pontuado pela OGAE Albânia. Veja a votação geral aqui.

Confira a votação da OGAE Albânia:

Itália- 12 pontos
Bélgica- 10 pontos
Suécia- 8 pontos
Reino Unido- 7 pontos
Israel- 6 pontos
França- 5 pontos
Macedónia- 4 pontos
Suíça- 3 pontos
Bulgária- 2 pontos
Dinamarca- 1 ponto
Fonte: escpedia
Com tecnologia do Blogger.