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OGAE: Noruega já revelou os seus pontos

por abril 22, 2018

Apesar da liderança israelita, a França tem vindo a somar vários '12 pontos' nas últimas votações das OGAE's. Desta vez, foi a organização de fãs da Noruega a dar "Mercy" como favorita.

A OGAE Noruega já divulgou as suas favoritas e atribuiu 12 pontos à canção de França. 10 pontos foram entregues a "Monsters", da Finlândia, e 8 pontos a "We Got Love", da Austrália. Pode ver a votação geral: [AQUI]

Confira a votação da OGAE Noruega: 

França - 12 pontos
Finlândia - 10 pontos
Austrália - 8 pontos
Áustria - 7 pontos
República Checa - 6 pontos
Israel - 5 pontos
Dinamarca - 4 pontos
Itália - 3 pontos
Moldávia - 2 pontos
Suécia - 1 ponto

Fonte: esctoday

OGAE: "Toy" é a favorita da Arménia

por abril 22, 2018

A OGAE Arménia divulgou os seus pontos relativos à votação dos fãs que antecede o Festival Eurovisão da Canção 2018.

A OGAE Arménia já divulgou as suas favoritas e atribuiu 12 pontos à canção de Israel. 10 pontos foram entregues a "Mercy", da França, e 8 pontos a "Bones", da Bulgária. Pode ver a votação geral: [AQUI]

Confira a votação da OGAE Arménia:

Israel - 12 pontos
França - 10 pontos
Bulgária - 8 pontos
Estónia - 7 pontos
Bélgica - 6 pontos
Chipre - 5 pontos
Grécia - 4 pontos
República Checa - 3 pontos
Suécia - 2 pontos
Finlâdia - 1 ponto

Fonte: esctoday

OGAE: Rússia atribui 12 pontos a Israel

por abril 22, 2018

A OGAE Russia divulgou os seus votos, sendo que a pontuação máxima voltou a ser atribuída a Israel.

A combinação dos votos dos membros desta OGAE deram ainda 10 pontos a "Mercy", proposta francesa e 8 pontos a "A Matter Of Time", da Bélgica. Pode ver a votação completa AQUI.

Confira a votação da OGAE Rússia:

Israel - 12 pontos
França - 10 pontos
Bélgica - 8 pontos
Bulgária - 7 pontos
Finlândia - 6 pontos
Suécia - 5 pontos
Estónia - 4 pontos
Letónia - 3 pontos
Dinamarca - 2 pontos
República Checa - 1 ponto

Fonte: esctoday

Apreciações Musicais - ESC 2018: Suécia

por abril 22, 2018


Benjamin Ingrosso - "Dance You Off"



André Sousa: Algo muito batido, muito genérico. Acredito que se fosse outro pais a levar esta canção, a mesma, não estava a ser tão valorizada como esta está. Ultimamente, e com muita pena minha, tenho assistido a maus representantes da Suécia, uma pena. 

Andreia Valente: A bassline de “Dance You Off” é literalmente mais uma razão para viver neste mundo. 

Catarina Gouveia: “Dance You Off” é o resultado de uma poção feita com um bocadinho de pop à la Justin Bieber, acrescentando uma colher de chá de gayness. É a melhor proposta sueca desde "Euphoria" e simplesmente não há como não adorar isto.

Daniel Fidalgo: Contemporâneo, radiofónico, comercial e de muito boa qualidade: em suma, mais uma típica aposta sueca. No entanto, este ano, “Dance You Off”, para além de ter um Ingrosso que nasceu para estar em palco, tem ainda uma canção dinâmica e que não cai numa certa banalidade, como caiam as apostas suecas anteriores. Das melhores faixas de dança da Eurovisão 2018! 

Diogo Canudo: “Dance You Off” faz-me lembrar as mil e uma músicas que George Michael tem no seu reportório. Não há nada nesta proposta que eu considere moderno a não ser a sua apresentação em palco. Além de não ser um estilo musical de que gosto muito, penso que é importante conjugar o antigo com o moderno – e aqui isso foi feito na perfeição.

Elizabete Cruz: Com certeza é um dos pops mais genéricos do ano, extremamente repetitivo e sem muito a acrescentar ao concurso. Ouve-se, gosta-se, mas fica bem aquém de muitas composições.

Jessica Mendes: Parece uma música esquecida no meio de um álbum do Justin Timberlake. É mais repetitiva que uma onomatopeia.

João Vermelho: Muito comercial para mim, já ouvi esta melodia e estes beats em tantas outras músicas.

Neuza Ferreira: Do belo e brilhante pop sueco! Isto sim, é um instrumental à séria, não o que enviaram o ano passado.

Patrícia Leite: Um instrumental pop como só a Suécia sabe enviar. Cheio de batida, podia ouvir perfeitamente esta música na rádio. 

Pedro Anselmo: Uma canção bem ao estilo da suécia. Um tema pop bem produzido, a fazer lembrar os anos 80, mais “retro”, mas moderno.

Pedro Lopes: Gosto muito do início da música, e do seu crescimento contínuo. Não deixa de ser, no entanto, aquele típico pop sueco, com algumas batidas que já conhecemos bem, ao estilo meio dance e da qual a própria Suécia já nos foi habituando algumas vezes. Este talvez num registo ligeiramente mais soft.

Tiago Lopes: Uma sonoridade a lembrar Daft Punk ou Disclosure. Uma música que dá para descontrair apesar da repetibilidade. 


André Sousa: Não gosto do timbre vocal do intérprete. Não gosto de todo. 

Andreia Valente: O Ingrosso tem um falsete que transpira sensualidade e virgindade ao mesmo tempo. Para mim, resulta.

Catarina Gouveia: Se o Justin Bieber soubesse cantar, seria algo deste género.

Daniel Fidalgo: A voz tem de ser trabalhada e nota-se que Ingorsso precisa de colocar melhor a voz. No entanto, com algum treino vocal, a voz do cantor vai estar no ponto, em Lisboa. 

Diogo Canudo: Benjamin Ingrosso não tem uma voz muito portentosa e tem algumas falhas que são colmatadas com os coros. No entanto, nas partes mais agudas, corresponde às expectativas – o que é também bastante importante.

Elizabete Cruz: Pelo que se viu ao vivo eu acho que Benjamin Ingrosso não tem uma voz que se destaque, tem capacidades suficientes para aguentar a música e dar o show dele.

Jessica Mendes: Benjamin Ingrosso é um cantor bastante competente (tendo em conta os padrões suecos, não é preciso muito), mas os falsetes dele quase não se ouvem com tantos coros.

João Vermelho: Não desgosto da voz do Benjamin, é agradável de ouvir.

Neuza Ferreira: O Benjamin tem uma voz tão doce. Dá imenso gosto ouvi-lo.

Patrícia Leite: A voz do Benjamin é muito multifacetada. Tanto está a cantar com a sua voz normal, como a seguir está a cantar em falsete. Muito segura.  

Pedro Anselmo: A voz do Benjamin é jovem, mas nada de especial, um pouco como os primeiros anos do Justin Bieber. Pode melhorar.

Pedro Lopes: Da primeira que ouvi esta música no Melodifestivalen, não achava grande piada à voz do Benjamin, mas depois acho que acabamos por nos habituar. Sinto, no entanto, que uma canção num registo tão agudo acaba por lhe retirar (e muito) o seu poder vocal. Mas gosto de falsetes, admito…

Tiago Lopes: Benjamin tem um timbre particular, curioso para saber como se vai sair no palco da Eurovisão.


André Sousa: Uns passos para li, outros para lá, uns efeitos visuais e pouco mais que isso. Sinceramente desgosto.

Andreia Valente: Num ano em que temos muito poucos showmen, o Benjamin Ingrosso torna-se, talvez, o melhor performer. Os suecos tiveram a melhor ideia de contornar um placo sem leds e vai compensar nos resultados.

Catarina Gouveia: Não há novidades aqui. A Suécia é o país mais inteligente nas suas opções para a Eurovisão e os seus stagings são o reflexo disso.

Daniel Fidalgo: Vai ser exatamente igual à atuação no Melodifestivalen 2018 e, sinceramente, nada mais se pode fazer. A atuação na final nacional já foi perto de perfeita. Desde os efeitos de luzes, à coreografia de engate, o Ingrosso nasceu para estar em palco. 

Diogo Canudo: O melhor país em apresentação de palco continua a surpreender. Os efeitos visuais, os adereços e a forma como o cantor se comporta em palco de certeza que vai trazer muitos votos  e que irá fazer a diferença no resultado final.

Elizabete Cruz: Com certeza é o que vai conquistar mais votos nesta proposta. A atuação tem um ar futurista e vai funcionar perfeitamente bem na televisão. Benjamin é também um bom performer que canta e dança, conseguindo marcar a sua posição no meio de tudo o que esta a acontecer em palco.

Jessica Mendes: Como sempre, este é o ponto forte da proposta sueca e é aquilo que dá vida à música.

João Vermelho: O melhor desta canção é mesmo a atuação é o palco em si, mais uma vez a Suécia a mostrar-se inovadora na sua atuação.

Neuza Ferreira: Adorei o que foi apresentado no  Melodifestivalen, mas não creio que tal seja possível no palco da Eurovisão. Espero algo criativo e surpreendente; não vamos estragar esta proposta com uma má apresentação em palco.

Patrícia Leite: Uma presença de palco muito segura. O conjunto de luzes está perfeito, a voz está top, que é que eu posso acrescentar?! É a Suécia... 

Pedro Anselmo: As actuações suecas são preparadas ao milímetro. Vai ser interessante ver se mantém a actuação do Melfest ou se mudam alguma coisa. Os planos de câmara vão ser fundamentais.

Pedro Lopes: Será que o Benjamin vai conseguir pôr aquele staging do Melodifestivalen em Lisboa? Hm, algo me diz que vai ter mudar um bocadinho as coisas. Mas pode continuar com a estratégias daqueles passos quase à Michael Jackson.

Tiago Lopes: Suécia, suecos. É preciso dizer mais?


André Sousa: Nada de especial, um pouco corriqueira e azeitolas. 

Andreia Valente: “Treating you good we were gold. I dug you like you were treasure.” – adoro a smooth talk.

Catarina Gouveia: É uma letra cheia de audácia sem cair na vulgaridade de macho. Adoro.

Daniel Fidalgo: :Bem, gostava de ouvir sueco na Eurovisão, mas ainda não vai desta. A mensagem da canção não tem nada de especial, fala de conquistar alguém de quem se gosta e isso tudo que todos nós já sabemos.  

Diogo Canudo: Fico triste com a má qualidade lírica que a Suécia nos apresenta ano após ano. Esta não é diferente, uma das piores do ano.

Elizabete Cruz: Tal como o instrumental, genérica e repetitiva. Uma boa letra à moda sueca.

Jessica Mendes: É desinteressante como a do ano passado mas pelo menos não é reles, é só banal.

João Vermelho: A letra fica na cabeça é super catchy, mas é muito genérica, vazia e repetitiva.

Neuza Ferreira: A letras suecas são quase sempre meio sem nexo, mas esta até é decente e o refrão fica no ouvido com uma facilidade incrível.

Patrícia Leite: Uma letra que condiz com o instrumental. Descontraída em que a principal mensagem é isso mesmo: relaxar e aproveitar a vida!

Pedro Anselmo: A letra disto poderia ser melhor, parece já algo pré-fabricado, mas há piores.

Pedro Lopes: Mais uma letra dentro do registo que muitas outras apresentam. Acho que vou aplicar a expressão “Dance You Off” numa próxima vez, que até fica engraçado!

Tiago Lopes: Uma composição que faz lembrar uma espécie de flirt.  


André Sousa: Vou ter de ver isto na final, mas volto a frisar que se fosse outro pais que levasse esta canção, já não era bem assim. 

Andreia Valente: Top 10, sem dúvida. Top 5 se as coisas correrem mal para os favoritos.

Catarina Gouveia: Esta fórmula da Suécia está a ficar um pouco gasta e mais tarde ou mais cedo isso vai transparecer nos resultados. Ainda não será desta, contudo.

Daniel Fidalgo: Mais um top 10.

Diogo Canudo: A Suécia é o melhor país na forma como apresenta uma música em palco, por isso vai ter uma ótima classificação.

Elizabete Cruz: A Suécia vai manter o ciclo de bons resultados.

Jessica Mendes: Mais um top 5 imerecido.

João Vermelho: Mais um top 10 para a Suécia sem o merecer…

Neuza Ferreira: Top 10.

Patrícia Leite: Seguramente entre o top 5 e o top 10

Pedro Anselmo: Suécia é sinónimo de top 10.

Pedro Lopes: É a Suécia, nem precisamos de previsões quanto a isso!

Tiago Lopes: Top 10.


André Sousa: 3 pontos.

Andreia Valente: 8 pontos.

Catarina Gouveia: 8 pontos.

Daniel Fidalgo: 8 pontos.

Diogo Canudo: 6 pontos.

Elizabete Cruz: 5 pontos.

Jessica Mendes: 5 pontos.

João Vermelho: 7 pontos.

Neuza Ferreira: 8 pontos.

Patrícia Leite: 10 pontos.

Pedro Anselmo: 7 pontos.

Pedro Lopes: 8 pontos.

Tiago Lopes: 8 pontos.

Total: 91 pontos


André Sousa: Cuidado com tanto azeite em palco que ainda acabas por escorregar.

Andreia Valente: Quem é que vai pagar a conta da eletricidade das lâmpadas do Ingrosso?

Catarina Gouveia: Ganhar na vida é vencer o Melodifestivalen à segunda tentativa quando a tua mãe floppou cinco vezes. 

Daniel Fidalgo: Espero ver o todoGrosso a arrasar em Lisboa!

Diogo Canudo: George Michael de 2018.

Elizabete Cruz: Portugal disse “No LED’s!” e a Suécia riu.

Jessica Mendes: Não dava para trazerem antes o apresentador do Melodifestivalen?

João Vermelho: Se me dissessem que esta música era do Justin Bieber eu ia acreditar pois o género e a voz são muito semelhantes ao registo dele.

Neuza Ferreira: Alguém que me ensine a fazer os moves que o Benjamin faz. Imploro.

Patrícia Leite: O refrão é perfeito para dançar o moonwalk do Michael Jackson! 

Pedro Anselmo: Instrumental à Michael Jackson, voz de Justin Bieber, looks e letra à David Carreira é uma combinação… interessante

Pedro Lopes: O pop boy típico da Suécia. Mas esperem, já vamos em quantos?

Tiago Lopes: Hora de se desinibirem e dançarem. 


1.º Estónia - 144 pontos; 2.º Finlândia - 117 pontos; 3.º Bélgica - 115 pontos;  4.º Israel - 112 pontos; 5.º Áustria - 107 pontos; 6.º Dinamarca - 106 pontos; 7.º Bulgária - 105 pontos; 8.º Grécia - 103 pontos; 9.º Arménia - 100 pontos; 10.º Suécia - 91 pontos; 11.º Holanda - 88 pontos; 12.º República Checa - 86 pontos; 13.º Suíça - 83 pontos; 14.º Austrália - 82 pontos; 15.º Hungria - 81 pontos; 16.º Noruega - 79 pontos; 17.º Lituânia - 77 pontos; 18.º Albânia - 76 pontos; 19.º Chipre - 75 pontos; 20.º Letónia - 75 pontos; 21.º Montenegro - 73 pontos; 22.º Macedónia - 70 pontos; 23.º Azerbaijão - 69 pontos; 24.º Sérvia - 68 pontos; 25.º Croácia - 66 pontos; 26.º Roménia - 65 pontos; 27.º Irlanda - 61 pontos; 28.º Polónia - 61 pontos; 29.º Malta - 60 pontos; 30.º Eslovénia - 57 pontos; 31 Rússia - 56 pontos; 32.º Geórgia - 49 pontos; 33.º Bielorrússia - 48 pontos; 34.º Moldávia - 43 pontos; 35.º São Marino - 42 pontos; 36 Islândia - 31 pontos. 

Vídeo: Eurovision Song Contest

OGAE: Chipre atribui 12 pontos a Israel

por abril 22, 2018

A OGAE Chipre divulgou os seus votos, sendo que a pontuação máxima voltou a ser atribuída a Israel.

A OGAE Chipre também já votou e atribuiu 12 pontos à canção de Israel, "Toy". A combinação dos votos dos membros desta OGAE deram ainda 10 pontos a "Oniro Mou", da Grécia, e 8 pontos a "Mercy", proposta francesa. Pode ver a votação completa AQUI.

Confira a votação da OGAE Chipre:

Israel - 12 pontos
Grécia - 10 pontos
França - 8 pontos
Bélgica - 7 pontos
República Checa - 6 pontos
Bulgária - 5 pontos
Dinamarca - 4 pontos 
Finlândia - 3 pontos
Noruega - 2 pontos
Austrália - 1 ponto

Fonte: esctoday

[Entrevista a Christabelle]: "Queria que a mensagem da música fosse compreendida e que juntos possamos discutir mais sobre saúde mental"

por abril 22, 2018

VERSÃO EM PORTUGUÊS

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Christabelle Borg vai representar Malta no Festival Eurovisão da Canção em Lisboa com a música "Taboo". A cantora aceitou responder a algumas perguntas feitas pelo Crónicas de Eurofestivais, que agora trazemos em exclusivo para vocês.

Crónicas de Eurofestivais (CE): Como começou o teu percurso na música?

Christabelle: Eu canto desde os três anos de idade e apareci logo na televisão com quatro anos... já faz algum tempo! Ao longo dos anos fiz algumas coisas, participei no Junior Eurovision Song Contest e entrei para Mount St. Mary's College, em Hollywood, para estudar música. Tem sido uma incrível jornada até agora...

CE: Como é que a tua aventura eurovisiva começou?

Christabelle: A Eurovisão é muito importante em Malta, a maioria das pessoas está à frente da televisão nessa noite para assistir ao evento. Como artista, esta é uma grande oportunidade para eu poder mostrar a minha música e a minha mensagem através dela. Bem, na verdade, esta foi a minha quarta tentativa. A primeira vez foi em 2014 com "Lovetricity", que fiquei oitavo lugar. Depois, participei novamente em 2015, com "Rush", e 2016, com 'Kingdom', ficando em segundo e em terceiro lugares respetivamente.

CE: Como te sentiste quando soubeste que ias à Eurovisão depois de tantas tentativas?

Christabelle: Inacreditável! Eu acho que, tal como todos os outros concorrentes, eu entrei com o objetivo de vencer - mas nunca se sabe até ao último momento. Agora estou cheia de energia para trabalhar para a semifinal, e agradeço todos os dias por ser capaz de fazer tudo isto.

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CE: De todas as submissões feitas, "Taboo" é a tua favorita?

Christabelle: Sim, definitivamente! Esta música é o clímax de tudo aquilo que experimentei e aprendi como artista durante estes últimos anos. E, com a ajuda do diretor artístico Steven Levi Vella, tornou-se numa música visual de que tenho muito orgulho.

CE: Além de "Taboo", qual é que considerarias, das submissões que fizeste, que tinha possibilidades na Eurovisão? E porquê?

Christabelle: Possivelmente "Rush", porque é uma música cativante e animada! Eu, hoje em dia, gosto imenso de cantá-la e penso que iria representá-la bem na Eurovisão. No entanto, após quatro anos volvidos, talvez precisasse de ser polida para se ajustar às músicas que se fazem hoje em dia.

CE: Qual é a história por detrás da música "Taboo" e como a mesma nasceu?

Christabelle: É uma música muito pessoal para mim, pois incide no facto de podermos acabar com os tabus que impedem as pessoas de discutir ideias sobre saúde mental. Eu sei o quão difícil se pode tornar o facto de não admitirmos a quem mais gostamos de que realmente não estamos bem. Esta ideia foi discutida com os outros três compositores (Johnny Sanchez, Thomas G:Son e Muxu) e "Taboo" nasceu!

CE: Costumas ver a Eurovisão? O que achas sobre o concurso? Tens alguma música favorita?

Christabelle: Todos os anos! É um evento bastante familiar, ficamos à frente da televisão e passamos a noite a discutir as músicas, as performances, o que os concorrentes estão a vestir e todo o lote de músicas que passam por lá. Adoro o concurso e penso que é maravilhoso ver tantos países juntos para comemorar a música desta forma. Para os artistas, a Eurovisão é uma ótima plataforma para promover as suas carreiras e as suas mensagens. O que mais posso pedir?

CE: Estás a preparar alguma surpresa para a tua atuação em maio?

Christabelle: Se eu disser, não será surpresa! Mas, sim, talvez...

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CE: Este ano a Eurovisão será realizada em Portugal. O que esperas do nosso país?

Christabelle: Eu estive em Lisboa recentemente e não vejo a hora de poder regressar para conhecer e visitar mais coisas do vosso país.

CE: Além de vencer a Eurovisão, qual é o teu maior sonho neste momento?

Christabelle: Queria que a mensagem da música fosse compreendida e que juntos possamos discutir mais sobre saúde mental. É muito importante que estejamos abertos e que nos sintamos confortáveis para falarmos sobre estes assuntos.

CE: E projetos para o futuro?

Christabelle: Em primeiro lugar, quero assumir o meu papel como Embaixadora da Foundation for the Wellbeing of Society on Mental Health. É importante apoiar a causa e eu já tenho muitas ideias de como posso fazer isso. Além disso, vou casar em outubro e quero planear o meu casamento ao pormenor.

CE: Queres desejar uma mensagem aos nossos leitores e aos fãs portugueses no geral?

Christabelle: Obrigada às pessoas maravilhosas de Alter do Chão, que foram muito hospitaleiras quando eu lá estive. Obrigada por tudo.

Ouça "Taboo":


Imagens: Wiwibloggs, ESCPedia e ESCBubble/Vídeo: Eurovision Song Contest


ENGLISH VERSION

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Christabelle is going to represent Malta in the Eurovision Song Contest in Lisbon, with the song "Taboo". She accepted to answer some questions made by Crónicas de Eurofestivais, and now we bring them as an exclusive to you.


Crónicas de Eurofestivais (CE): How did your musical career began?

Christabelle: I’ve been singing since the age of three, and my first appearance on TV was at the age of four… So, quite a while ago! Over the years, I’ve done quite a few things ranging from taking part in the Junior Eurovision Song Contest to attending the Mount St. Mary’s College in Hollywood to study music. It’s been an amazing ride so far!

CE: How did your Eurovision adventure start?

Christabelle: Eurovision is a huge thing in Malta with most people tuning in on the big night. As an artist, this is a huge opportunity for me to get my music – and the message within it – out there… This was actually my fourth time trying it out, however. The first time was in 2014 with ‘Lovetricity’, which placed eighth. I then took part again in 2015 and 2016, with ‘Rush’ and ‘Kingdom’, respectively. ‘Rush’ placed second and ‘Kingdom’ placed third.

CE: How did you feel when you knew you would go to Eurovision after trying so many times?

Christabelle: Unbelievable! I think like all the other contestants taking part in the Malta Eurovision Song Contest, I entered with the aim to win, but you never know until the last minute, you know? It’s now full-steam ahead working towards the semi-final, and I am grateful every day to be able to do all this!

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CE: From all of your submissions to the contest, is “Taboo” your personal favourite? Why?

Christabelle: Yes, definitely! This song is the culmination of everything I’ve experienced and learnt as an artist over these past few years and, with the help of artistic director Steven Levi Vella, it became a visual song that I’m very proud of.

CE: Besides this year’s song, which of your past submissions would stand a strong chance to win the contest? Why?

Christabelle: I would have to say ‘Rush’, because it was a catchy and upbeat song! I still love performing it, and think it would do well in the contest! Having said that, it’s now four years old, so it would definitely need to be polished to bring it in line with today’s sound!

CE: What’s the story behind “Taboo” and how was the song born?

Christabelle: It’s a very personal one for me as it talks about breaking down the taboos that stop people from discussing mental health. As something I have experienced myself, I know how difficult it can be to speak up and tell those around you that you’re not well. This idea was discussed with the three other songwriters (Johnny Sanchez, Thomas G:son and Muxu) and ‘Taboo’ was born!

CE: Do you usually follow Eurovision? What do you think of the contest? Do you have any favourite songs? 

Christabelle: Every single year! It’s quite a family event for us, too! We all huddle up in front of the TV with lots of snacks and drinks, and spend the night discussing the songs, the performances, what the contestants are wearing, and the whole lot. I love the actual show and think that it’s wonderful that so many countries come together to celebrate music like this. For artists, meanwhile, the Eurovision is a great platform for furthering their career and message. What more could you ask for?

CE: Can we expect any surprise from your performance?

Christabelle: If I tell you, it wouldn’t be a surprise! But, yes, maybe…

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CE: This year the Eurovision will be held in the Lisbon. Are you looking forward to see the city?

Christabelle: I was in Lisbon for a very short while a few weeks ago and I’m quite bummed I didn’t get to see more of it, so I absolutely can’t wait to visit again!

CE: Besides winning Eurovision, what’s your biggest dream at the moment?

Christabelle: That the song’s message gets out and that we start discussing mental health even amongst ourselves. It’s so important that we are open about these things and that we feel comfortable telling those closest to us that we’re not feeling well emotionally and mentally

CE: Do you have any future projects coming?

Christabelle: First and foremost, to take on my role as Ambassador of (Malta’s) President’s Foundation for the Wellbeing of Society on Mental Health properly. I think this is a great opportunity to further the cause, and I already have many plans for it. Moreover, I’m getting married in October, so I’ll also be planning a wedding once I come back from Lisbon!

CE: Do you want to say something to our readers and Portuguese fans in general?

Christabelle: Obrigado to the wonderful people of Alter do Chão for being so hospitable the last time I was there.

Listen "Taboo":


Imagens: Wiwibloggs, ESCPedia e ESCBubble/Vídeo: Eurovision Song Contest
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